Em artigo publicado sábado na Folha de S. Paulo, a jornalista e vereadora em SP Soninha Francine comenta o genocídio praticado pela China no Tibete, que até 1950 era um Estado independente e pacífico. Desde então, vem tentando apagar os traços da milenar cultura tibetana e oprimindo o povo desse país. O vergonhoso silêncio internacional sobre o assunto é fruto do medo que as potências ocidentais têm da China e dos interesses comerciais envolvidos nas relações entre as democracias capitalistas e a ditadura socialista chinesa. O filme que ela cita, "Sete Anos no Tibete", mostra com realismo a tragédia desse povo.
Da omissão aos cadáveres na internet
Soninha Francine
Não havia batalhas sangrentas a mostrar na TV. E a falta de atenção, solidariedade e coragem das autoridades estrangeiras desmoralizou a resistência pacífica dos tibetanos. "Ontem assisti a "Sete Anos no Tibete". Não sabia que tinha sido daquele jeito!" Há cerca de um mês, um amigo, debatedor aguerrido sobre questões internacionais, ainda não conhecia a história e a dimensão do conflito entre China e Tibete.
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domingo
Soninha fala do genocídio chinês no Tibete
Postado por Professor Marum às 17:02
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1 comentários:
Ronei, dia 26/04 haverá em Sorocaba uma campanha de doação de medula óssea. Você poderia divulgar no blog?
Acesse: www.ameo.org.br
Valeu!! Até mais tarde.
Ana Luiza
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