sábado

Marta Leva uma lição Republicana - Parte 2

Do Radar desta semana

Recomendação da PF
Foram os agentes da Polícia Federal que recomendaram a Marta Suplicy que ela não passasse pela revista de bagagem de mão por raios X em seu embarque para Paris há duas semanas. O inusitado (ela diz que foi a primeira vez que isso ocorreu em suas viagens internacionais) levou alguns passageiros a reclamar e a relatar o fato. Ao contrário do que o comandante do vôo informou aos passageiros, Marta não precisou passar pelos raios X para viajar.

Comentário

Cabeleireiros e jornalistas têm algo em comum: acesso a fofocas. A diferença é que, antes de divulgar, o jornalista confere. Colocar a culpa no comandante do vôo não cola.



Recorte do site do Luis Nassif (www.luisnassif.com.br)

domingo

Soninha fala do genocídio chinês no Tibete

Em artigo publicado sábado na Folha de S. Paulo, a jornalista e vereadora em SP Soninha Francine comenta o genocídio praticado pela China no Tibete, que até 1950 era um Estado independente e pacífico. Desde então, vem tentando apagar os traços da milenar cultura tibetana e oprimindo o povo desse país. O vergonhoso silêncio internacional sobre o assunto é fruto do medo que as potências ocidentais têm da China e dos interesses comerciais envolvidos nas relações entre as democracias capitalistas e a ditadura socialista chinesa. O filme que ela cita, "Sete Anos no Tibete", mostra com realismo a tragédia desse povo.

Da omissão aos cadáveres na internet

Soninha Francine

Não havia batalhas sangrentas a mostrar na TV. E a falta de atenção, solidariedade e coragem das autoridades estrangeiras desmoralizou a resistência pacífica dos tibetanos. "Ontem assisti a "Sete Anos no Tibete". Não sabia que tinha sido daquele jeito!" Há cerca de um mês, um amigo, debatedor aguerrido sobre questões internacionais, ainda não conhecia a história e a dimensão do conflito entre China e Tibete.

Leiam o restante no meu blog:
http://professormarum.blogspot.com/

sexta-feira

Marta leva uma lição republicana

Todos vocês sabem, claro, que a lei deve ser igual para todos. E vão ver no curso de Ciência Política que esse é um postulado da forma republicana de governo, ao contrário das monarquias, nas quais há privilégios para os membros da nobreza. Acontece que alguns políticos brasileiros não aprenderam essa lição e às vezes o povo tem que ensiná-la. Vejam o que aconteceu com a senhora Marta Suplicy, que transitoriamente ocupa o cargo de ministra, mas pensa que por isso é diferente dos demais mortais:

No Radar da VEJA desta semana, por Lauro Jardim:

Não foi exatamente tranqüilo o início do vôo 455 da Air France que na terça-feira passada decolou de São Paulo para Paris. A responsável pela trepidação foi Marta Suplicy, que ia para a China, com escala em Paris. Ao embarcar, o casal Marta e Luis Favre relaxou e decidiu não passar pela revista de bagagem de mão feita por raios X. Os Favre furaram a fila da Polícia Federal. Vários passageiros se revoltaram. Marta respondeu que, no Brasil, para as autoridades não valem as exigências que recaem sobre os brasileiros comuns. Os passageiros não relaxaram com a explicação. Continuaram a reclamar, mesmo com todos já embarcados. Deu-se, então, o inusitado: o comandante do Boeing 777 saiu do avião, chamou a segurança e disse que não decolaria até que todos os passageiros passassem suas bagagens de mão pelo raio X. Marta Suplicy deixou seu assento na primeira classe (Favre estava na executiva) e dignou-se fazer o que o comandante pediu. Nesse instante, os passageiros "relaxaram e gozaram".

quinta-feira

Luzes e sombras

Luzes e sombras

Demétrio Magnoli

O processo inquisitorial de Galileu é uma chave crucial de nossa interpretação da modernidade. A narrativa do confronto prometéico entre a ciência, que é progresso e luz, e a religião, que é retrocesso e sombras, está inscrita na nossa mente como uma tinta indelével. É por isso que nos surpreendemos diante da informação de que Charles Darwin consolidou seu interesse pela história natural enquanto estudava teologia em Cambridge - e mais ainda ao sabermos que escreveu A Origem das Espécies como um crente em Deus. Todos nós, e não só os comunistas, encaramos com certa naturalidade a curiosa metáfora de Karl Marx, que identificou a revolução como “locomotiva da História”, porque tendemos a admitir que há uma História, assim, com maiúscula, cuja trajetória se acomoda aos trilhos da ferrovia do futuro. O culto ao progresso, que é antes de tudo um culto à razão científica, configura a religião pagã da modernidade.

Os pólos da narrativa caricatural da modernidade emergiram na forma dos dois inquisidores da polêmica sobre as pesquisas com células-tronco embrionárias. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, alertou para a inauguração de uma “época do obscurantismo e do atraso” caso o STF venha a julgar inconstitucionais as pesquisas. Já o ex-procurador-geral da República Claudio Fonteles reiterou a tese da Igreja segundo a qual a vida está presente na “célula autônoma” que “surge, por movimento de dinamismo próprio, independente de qualquer interferência da mãe ou do pai”. Atrás das posições polares se adivinham os contornos da próxima guerra de valores, que será sobre o aborto.

Será uma lástima se o debate público cair prisioneiro na armadilha de dois fundamentalismos. O articulista Reinaldo Azevedo, um católico, sugere que há espaço para nuances. Ele aceita, com relutância, a permissão das pesquisas com células embrionárias, mas se opõe por princípio à legalização do aborto. No seu blog, chama a atenção para a intervenção da bióloga Mayana Zatz, que estabelece uma distinção essencial. “No aborto, há uma vida dentro do útero de uma mulher. Se não houver intervenção humana, essa vida continuará. Já na reprodução assistida, é exatamente o contrário: não houve fertilização natural. Só há junção do espermatozóide com o óvulo por intervenção humana. E, novamente, não haverá vida se não houver uma intervenção humana para colocar o embrião no útero.”

A CNBB elevou o combate ao aborto à condição de eixo de sua Campanha da Fraternidade. Sob o sistema político que a separa do Estado, a Igreja fala legitimamente para os seus fiéis - e exprime um fundamentalismo que concerne à sua própria natureza. O ministro Temporão, por outro lado, é um agente do Estado, do qual se espera alguma coisa diferente da militância política fundamentalista. Quando ele se veste com a fantasia de porta-voz da ciência e, em nome da saúde pública, afasta liminarmente as objeções éticas levantadas pelos religiosos, revela apenas a estupidez da razão.

Sob Temporão, a esfera da saúde pública foi isolada, por uma muralha de insensatez, das esferas da moral e da cultura. Um experimento do programa de DST/aids instalou em escolas públicas máquinas de distribuição de preservativos para adolescentes a partir dos 13 anos, enquanto os postos de saúde oferecem pílulas do dia seguinte a jovens da mesma faixa etária. As iniciativas passam por cima de prerrogativas das famílias, mas as críticas dirigidas a elas são fulminadas pelo ministro como meras expressões de moralismo anacrônico.

Os totalitarismos do século 20 se engajaram no culto à ciência e, paralelamente, nos projetos de abolição ou estatização da religião. Na URSS, a psiquiatria oficial definiu como distúrbio paranóico as idéias de luta pela verdade e pela justiça e os dissidentes foram internados em hospitais para doentes mentais. Na Alemanha, o teísta Hitler deflagrou o empreendimento eugênico de fabricação da raça pura. As sociedades democráticas separam a política da religião, mas não convertem a ciência num imperativo absoluto, incorporam ao debate público os valores de ordem ética e refletem sobre o sentido moral dos princípios religiosos.

A tentação da eugenia se esconde atrás da manipulação de células embrionárias e, por isso, há um nítido interesse público na regulamentação dessa esfera da atividade médico-científica. A crítica ética ao aborto não é uma manifestação medieval de “homens conservadores que prescrevem como a sociedade deve controlar o corpo das mulheres”, na frase do ministro-militante, mas um componente da indagação existencial dos seres humanos. Temporão parece incapaz de entender isso - que, no entanto, é claro não apenas para religiosos, mas também para agnósticos.

O ministro da Saúde se distingue positivamente sobre o pano de fundo de um Ministério nascido no caldo do fisiologismo. O médico sanitarista e planejador de saúde pública declarou, na hora da posse: “O Ministério da Saúde vai fazer política de Saúde; não fará política na Saúde.” A sua cruzada pelo aborto, contudo, é exatamente “política na Saúde” - e má política. Há argumentos ponderáveis para sustentar uma flexibilização da legislação sobre o aborto e o próprio Temporão apresenta alguns deles. Mas não é seu papel atuar como ideólogo hipnotizado por certezas absolutas, que desqualifica sem cessar a opinião divergente.

Desconectado da realidade cultural brasileira, Temporão declarou que a descriminalização do aborto, um fenômeno essencialmente europeu, é “uma tendência mundial”. Em novembro, seu Ministério se articulou às ONGs feministas para fazer aprovar um relatório pró-aborto na 13ª Conferência Nacional de Saúde, mas uma ampla maioria de participantes derrotou a proposta oficial. Agora, sua cruzada pode arrastar o País para um plebiscito cheio de som e fúria, cujo desenlace só o ministro não adivinha.

Demétrio Magnoli é sociólogo e doutor em Geografia Humana pela USP. E-mail: demetrio.magnoli@terra.com.br

domingo

Constitucionalidade do art5° da lei de biossegurança.

Para quem ainda não teve a oportunidade de assistir a sessão que se discute a constitucionalidade ou não do artigo 5º da Lei de Biossegurança, que autoriza o uso de células-tronco embrionárias em pesquisa e terapia, em face do artigo da constituição que declara inviolável o direito à vida.

http://videos.tvjustica.gov.br/?video=861

quinta-feira

Dossiê Veja

O premiado jornalista Luiz Nassif, lançou há algum tempo um dossiê contra hábitos "ilegais" da editora Abril e principalmente do semanário Veja.
Para quem quiser saber um pouco mais sobre as ilegalidades cometidas pela revista mais vendida do Brasil , acesse o site:

http://luis.nassif.googlepages.com/home

Há também um outro site, não tão bom como as pesquisas do jornalista, por tal site ser tendencioso, mas vele a pena dar um olhadinha.

http://www.novae.inf.br

Obs.: Dossiê: Conjunto de documentos e provas a favor ou contra algo.

Declaro também não ser, necessariamente, tal posição da Turma LII Noturno.

sábado

O analfabeto político

"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra e corrupto. O analfabeto político é lacaio dos exploradores do povo." (Brecht)

sexta-feira

A sucata mental

O senador Jefferson Péres, do PDT do Amazonas, é um dos raros políticos brasileiros que reúne as virtudes da inteligência, independência e integridade moral. Vale a pena acompanhar sua atuação no Senado e ler os seus artigos. Neste artigo, publicado na Folha de S. Paulo de hoje, ele fala sobre o velho conflito entre direita e esquerda, a economia de mercado e o papel do Estado.

A sucata mental
JEFFERSON PÉRES

Só entenderá a realidade do mundo atual quem tiver a noção clara da evolução e do papel de Estado e mercado, instituições fundamentais

ANOS ATRÁS, alguém afirmou, com muita verve: "Um dos graves problemas do Brasil é a sucata mental. O país está povoado de idéias obsoletas".
A frase só não é perfeita por se haver restringido ao Brasil, quando na verdade tem aplicação universal. Em toda parte, políticos, economistas e intelectuais, principalmente oriundos da antiga esquerda, vêem a realidade de modo desfocado, porque não conseguem livrar-se de conceitos e pressupostos que perderam validade no contexto do mundo de hoje.

Durante dois séculos, o embate político em todo o mundo foi marcado pela dicotomia esquerda x direita, que a partir do "Manifesto Comunista", de Marx, em 1848, ganhou concretude, na forma de duas propostas antagônicas. De um lado, o modelo vigente no mundo real, que o marxismo rotulou de capitalismo; de outro, o seu oposto, um modelo ideal, chamado de socialismo, que se tornou real a partir da Revolução Russa de 1917.

A análise marxista, excessivamente reducionista, foi parcialmente correta no diagnóstico, falha na terapia e um grande fiasco no prognóstico. Acertou na descrição da realidade econômica vigente em seu tempo, nos países industrializados do Ocidente.

Um modelo condenado ao desaparecimento, porque socialmente cruel e politicamente insustentável. Por isso, Marx acertou igualmente ao rotulá-lo de capitalismo, denominação apropriada para um sistema caracterizado pelo predomínio do grande capital, hegemônico e desconhecedor de regras, que espoliava os trabalhadores, esmagava os concorrentes, sufocava o empreendedorismo e arruinava milhões nas crises cíclicas.

O grande erro de Marx -incompreensível num pensador dialético- foi imaginar que o capitalismo permaneceria imutável, apenas agravado em seus defeitos, na forma de aumento da concentração da riqueza e crescente pauperização do trabalhador.
Por sua vez, o erro dos discípulos de Marx -principalmente Lênin e seus seguidores- foi não terem percebido que o remédio receitado, o socialismo, só teria validade se realizada a profecia da explosão do capitalismo, supostamente a ocorrer nos países mais desenvolvidos. Se tal não ocorresse, obviamente, o remédio não se aplicaria.
Não deu outra. Fracassou, 75 anos depois, ao perder a competição com o Ocidente, mais dinâmico e eficiente, e onde o velho capitalismo morrera, não por explosão, como previra Marx, mas por evolução mutante, ao se transformar numa espécie de natureza diferente: a economia de mercado.

A rigor, um pós-capitalismo, que a obsolescência das idéias não consegue distinguir do velho capitalismo. Na verdade, o capitalismo do tempo de Marx era a negação da economia de mercado. Tratava-se de um regime selvagem, sem regras, no qual prevalecia a lei do mais forte. Só foi possível num vácuo institucional, sem leis trabalhistas, sem rede previdenciária, sem Organização Mundial do Comércio, sem mecanismos anticíclicos, sem legislação antitruste nem de defesa do consumidor. Era o império da violência e do jogo sujo, nas relações entre países, nas relações entre empresas concorrentes, nas relações entre vendedores e consumidores e nas relações entre patrões e empregados.

Ora, o sistema de mercado só funciona bem dentro de um marco institucional, interno e internacional, solidamente estabelecido. Vale dizer, precisa de paz, de regras claras e de segurança jurídica, tudo que não havia na época do velho capitalismo e do seu corolário, o neocolonialismo.


Em resumo, só vai entender a realidade do mundo atual quem tiver a noção clara da natureza, da evolução e do papel de duas instituições fundamentais em qualquer país: o Estado e o mercado. No velho capitalismo, o mercado foi anulado pela omissão do Estado; no socialismo real, pela hipertrofia do Estado.

Em nosso tempo, vai tornando-se evidente que Estado e mercado são instituições indispensáveis e complementares, cada uma em seu papel. Vai ficar perdido e confuso quem continuar raciocinando e agindo em termos de capitalismo e socialismo, duas peças da arqueologia política.

Claro que a passagem para o pós-capitalismo ainda não se completou nem se processa de maneira uniforme no mundo. Em todos os países, remanescem vestígios do velho capitalismo, variando o seu peso de acordo com as especificidades de cada um.
No Brasil, há de se fazer um contínuo aperfeiçoamento do arcabouço institucional, para remover o entulho que impede o pleno funcionamento da economia de mercado.
Mas, antes, é preciso remover a sucata mental, resquício cultural do passado, que impede a plena compreensão do mundo de hoje e, ainda mais, do de amanhã.



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JEFFERSON PÉRES, 75, advogado, é senador da República pelo PDT-AM. Está no segundo mandato. Foi candidato a vice-presidente da República nas eleições de 2006.

Calendário do 1° Ano Noturno



Para fazer o download do calendário em seu Outlook clique aqui

quinta-feira

Pesquisas em Embriões

Aê galera, aqui vão algumas dicas para lerem, quando tiverem tempo, sobre os prós e os contras da lei.
Primeiro, dois textos, ambos da revista Carta Capital, que da um enfoque mais jornalístico, deixando ao leitor concluir...
http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=6&i=254
http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=6&i=317

Segundo, é um especial da Folha Online, que vale muito dar uma conferida, aproveitando a deixa, opinem, se são a favor ou contra.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/celulastronco/

Um abraço a todos da Turma LII.

terça-feira

Atenção

Não vamos esquecer da síntese do livro do professor Fernando...dia 28/03. O livro é O caso dos exploradores de caverna, está na bibliografia postada.
Valeu....Abraços!!!

domingo

Grupos de Variantes Linguísticas

Com o apoio da Priscila, os grupos do trabalho da hélide estão editados.

Por favor, é imprescindível que todos confiram os nomes, os grupos e as datas.

(para acessar click no título)

Abraços,

Turma LII Noturno

sábado

Trabalhos: Linguagem e Comunicação Jurídica

Informamos a todos os colegas que será sorteado SEGUNDA FEIRA 10 grupos para apresentação do Trabalho Sobre Variantes Lingüísticas.
Serão Cinco Grupos para variantes Regionais
e Cinco Grupos para variantes Sociodialetais

Com a disposição dos dias :

25/04 (dois grupos)

09/05 (dois grupos)

16/05 (dois grupos)

30/05 (dois grupos)

06/06 (dois grupos)


Formem todos os grupos, será necessária a participação de 100% da Turma. Valerá nota de 0 a 10. Com peso enorme para compor a nota final.

Profª Hélide

Queridos alunos, sobre o meu trabalho de variantes lingüísticas, não tenho dúvidas de que vcs arrebentarão. Caprichem, sejam criativos e se soltem. Não deixem que a timidez tome conta de vcs, afinal, vcs serão operadores do direito, terão que falar e escrever com total segurança.
Qualquer dúvida, escrevam-me.
Semana que vem darei algumas dicas de oratória a todos, por isso, não faltem, ok? Beijos, Hélide.

Lula e a democracia

Postei em meu blog um texto sobre a dificuldade de Lula de entender a democracia.
Leiam lá:
http://professormarum.blogspot.com/